quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Sorvete com a escritora Regina Célia de Melo

Saborear um sorvete gostoso ouvindo histórias é ótimo, melhor ainda, escutar as histórias da própria escritora e, entre um saborear e outro saborear, fazer perguntas para a escritora sobre sua vida, seus livros, como acontece o processo criativo da história. É assim que se desenvolve o nosso Sorvete com o Escritor. O grupo fixo de leitores - de todas as terças-feiras pela manhã - recebeu a visita ilustre de Regina Célia de Melo - escritora que mora em Brasília e já escreveu 5 livros infantis. Todos maravilhosos - Uma Joaninha Diferente, Uma Traça sem Graça, Sapato Trocado Sorriso Dobrado - e com enredo e ilustrações encantadoras capazes de conquistar qualquer leitor.
Leitores na filinha para levar livros emprestados.

Escritora, leitores, educadoras e professora.

Hum!! Que sorvete gostoso!!

O leitor Jonathan ficou bem à vontade.
Escritora Regina mostrando o seu livro e maravilhosa ilustração em origami.

A escritora Regina se prepara para responder as questões dos leitores.

A educadora Flaviana lê a história: Uma Joaninha Diferente...

Voluntária Kelly e O Caminho das Letras

No último encontro de voluntários tivemos a satisfação de ouvir um lindo texto escrito pela voluntária Kelly (loja TAL). Ela mesma leu e deixou a gente esperando novos escritos...

O Caminho das Letras
Um dia andando na estrada da vida, um caminho encontrei. Era o caminho das letras e apaixonada fiquei!
Dei o primeiro passo e a primeira letra encontrei, era a letra A que me fez Alegre ficar, descobri que sem ela Alegria não há. Mas parada não fiquei, e o segundo passo eu dei e bem na minha frente a letra B eu achei e disse: _ Como é Bom te encontrar porque sem a letra B, Bondade não há.
Comecei a correr, para mais letras encontrar, dei de Cara com a letra C que fez meu Coração balançar, mas guardei ela com Carinho para ela sempre me aCarinhar.
Dei um pulo e o D de Dia consegui achar, que veio me dizer que o Dia ia logo acabar. Olhei para o lado, estava a letra E a me acompanhar, com a esperança de mais letras encontrar.
Fui caminhando e duas letras encontrei, vi elas tentando se juntar a mais três e curiosa fiquei. Era o F e o G que se juntaram com o U o R e o I, para do stress da vida rotineira FUGIR. Dei dois pulos e encontrei a letra H que triste estava por nela pouco se ouvir falar pois, nesse mundo de Hoje pouca Humanidade Há.
Olhei para a frente e a letra I eu achei, mas também, decepcionada fiquei, porque pouco se usa a igualdade que com a letra I eu formei. Olhei no espelho a letra J ali estava, descobri que a Juventude rápido passa e, precisamos aproveitá-la. Olhei para o céu e a letra L ali estava, no começo de Lua que de Longe brilhava. Dei mais um passo e, uma letra importante encontrei, a letra M de Mãe e sem ela como poderia nesse Mundo viver.
Dei outro passo e bem na minha frente com um rio me deparei mas, também a letra N encontrei, que veio me ajudar a Nadar, para do outro lado chegar. No outro lado cheguei e a letra O eu achei Obrigada eu falei e Orgulhosa de todas as letras eu fiquei.
Olhei para trás, estava a letra P a me Puxar me falando que com ela, Palavras eu Poderia formar e uma delas era a Paz, que devemos sempre Procurar. Dei um salto para a frente e a letra Q eu pude ver, e com ela, eu Quero mais aprender.
Fui andando reto e a letra R eu vi, descobri que sem ela não podia Rainha ou Rei existir. De repente Sozinha eu me Senti, percebi que o S estava por ali, mas ele Sem demora, foi uma nobre Senhora buscar, que veio com um Sorriso no rosto me cumprimentar.
Ouvi um barulho era a letra T, no Telefone a Tocar, me avisando que a Tarde já ia chegar. Comecei a me apressar, consegui a letra U encontrar, que veio me avisar que as últimas letras estavam para chegar e que nós sempre Unidos deveremos estar.
Corri um pouco e duas letras pude alcançar era o V e o X que Veio logo verificar se eu gostaria de tomar uma Xícara de chá. Finalmente a última letra encontrei, a letra Z que não parava de fazer Zoada, poís estava Zangada, por eu demorar a encontrá-la. Mas fechamento no Z eu não dei, e por uma nova estrada continuei. E agora eu sei que com algumas letras se formam palavras e, com algumas palavras se formas frases e, com várias frases e mais frases, textos nos livros encontrei. O caminho das letras para sempre vou me lembrar e a leitura presente na minha vida sempre vai estar.

FORMAÇÃO DE VOLUNTÁRIOS

Para manter viva e atuante a vontade de ensinar e aprender, nada como reunir os amigos e ler, escutar histórias, discutir o projeto, planejar novas estratégias e, como nãopoderia deixar de ser, parabenizar e incentivar os voluntários que ajudam a manter o projeto.

Hora da dinâmica: todo mundo se movimentando...

Voluntária Daniela lê Fobias de Luis Fernando Veríssimo

Voluntária Esther lê a poesia O Jogo da Fantasia de Elias José

O voluntário David animou o encontro com sua música

A educadora Talita contou a história das Mil e uma Noites.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O projeto acontece com parceria importantes.

No final da roda de leitura: registro fotográfico.
Educadoras: Flaviana e Hilariana e a Professora da E.C. 64
Professoras e alunos da E.C. 64 e Talita e Flaviana

Professora Evany e os voluntários: Isabella e Vitor
Professoras da E.C. 18 e Hilariana, na Roda de Leitura

SABOREANDO PALAVRAS

Saborear Palavras é um jeito diferente e agradável de ler. Saborear Palavras é juntar umas crianças interessadas, algumas professoras dedicadas, educadores compromissados e um amplo roteiro de leituras: Ler poesias, contar histórias, conhecer escritores, ganhar livros, ver vídeos literários, passar mensagens que estão contidas nos livros. Mensagens alegres, de otimismo, de ternura... Leituras gostosas de saborear com o coração.
Melhores leitores do 1º semestre de 2008
Dez leitores foram premiados com livros.
Hilariana e Gacy sorteando os livros.

Sorteio de livros que a escritora Gacy doou para as crianças.
Escritora Gacy Simas e o leitor Gilbert

SETEMBRO É MÊS DE RUTH ROCHA NAS RODAS DE LEITURA

A MENINA QUE NÃO ERA MALUQUINHA (Ruth Rocha)

Maluquinha, eu?
Eu não! Não sou nenhuma maluquinha!
Quem me pôs esse apelido foi aquele menino de casacão e panela na cabeça.
Ele me botou esse apelido quando eu fui brincar na casa do Mauricinho.
Eu nem queria ir.
Mas a mãe dele telefonou pra minha mãe, ela disse que o Mauricinho era muito
tímido e que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais... Não sei o que ela
disse, acho que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais descoladas...
E aí minha mãe me encheu um pouco e eu cabei indo.
A gente chegou na casa do Mauricinho e foi logo almoçar.
E depois do almoço a mãe dele botou a gente pra fazer a lição.
Eu não me incomodo de fazer lição logo depois do almoço, porque eu fico logo livre.
Mas a mãe do Mauricinho começou a fazer uns discursos sobre responsabilidade e
coisa e tal, que a gente já era grandinha e tinha que cumprir com os compromissos...
Um saco!
Eu tô careca de saber disso!
E então eu fiz minha lição correndo e o Mauricinho ficou lá toda a vida, ele não acabava
mais de fazer a lição dele.
Aí eu comecei a roda pela casa até que encontrei um gato.
Gato não, gata. Chamava Pom-pom. Ou era Fru-fru... Ou era Bom-bom, sei lá.
E eu peguei a gata e ela estava meio fedida.
Então eu resolvi dar um banho nela. Gato não gosta de banho, vocês sabem.
Mas meu avô tinha me contado que quando ele queria dar banho no gato ele botava
o bicho dentro da banheira e ele não conseguia sair e meu avô dava banho à vontade!
Mauricinho tinha um banheiro dentro do quarto dele.
Quando eu fui chegando perto da banheira a gata arrepiou toda e eu joguei ela bem
depressa lá dentro e tapei o ralo e enchi de água.
E esfreguei a gata todinha comum shampoo todo perfumado que tinha lá e eu estava
achando que todo mundo ia gostar de ver a gata toda limpinha. A gata estava muito
infeliz e ela miava miauuuuuu... e tentava sair do banho, mas meu avô tinha razão:
Ela arranhava a parede da banheira, mas não conseguia sair.
Mas acho que aí caiu sampoo no olho da gata, porque ela deu um pulo e agarrou na
minha roupa e conseguiu pular fora e saiu correndo, espalhando espuma de shampoo
por todo lado e nisso a mãe do Mauricinho vinha chegando e levou o maior susto e caiu
sentada e a gata continuou correndo e assustando todo mundo e respingando tudo de
espuma.
Eu não sei quem estava mais assustado: se era o Mauricinho, a mãe dele, a gata, ou se
era eu.
Eu corri atrás da gata, mas ela pulou pela janela, atravessou o jardim, saiu pela rua e eu
atrás.
Só que no meio da rua estava a turma daquele menino, aquele da panela na cabeça,
e a gata passou eplo meio deles todos e eu atrás!
E eles levaram o maior susto, cada um correu para um lado, e atrás de mim vinha
a mãe do Mauricinho e o Mauricinho e a cozinheira e o jardineiro todos correndo e
gritando e eu resolvi correr para minha casa e me esconder lá.
Mas no dia seguinte... a escola toda já sabia da história e aquele menino, aquele da
panela na cabeça começou a me chamar de maluquinha...
Mas eu não sou maluquinha, não! Só se for a vó dele!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Educadoras: Com Carinho e Livro na mão

Educadora Flaviana lendo Elefante? de Ruth Rocha Educadora Hilariana e a história da Árvore Generosa Educadora Talita e o leitor Wemerson com um livro brinquedo.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Leitores de Atitude!!
















Escritor Elias José - Muitas Saudades.

Romanceiro

Por estradas de sonhos,
entre árvores iluminadas
pela lua nova e pela magia,
lá vai o rei Sheriar,
levando Sherazade,
sua formosa rainha.
Por cidades fantasmas,
feitas de raras belezas,
com a saudação de tetos,
janelas, portas e torres
e aplausos de invisíveis
e silenciosos súditos,
lá vai o rei Sheriar,
levando Sherazade,
sua ditosa rainha.
Por desertos escuros,
sem perceber sofrimento,
enfrentando o sol que queima,
a areia que arde nos olhos,
a sede que não cessa
e o vento que fere as faces,
lá vai o rei Sheriar,
levando Sherazade,
sua fabulosa rainha.
Vão montados em um branco,
veloz e livre e leve cavalo.
Os três usam veludo, couro, ouro,
prata, pérolas e pedras preciosas.
Lá vão os três - rei, rainha e cavalo -
cheios de encanto, pose e imponência.
Lá vai o rei Sheriar...
Abraçado à rainha Sherazade,
ele ouve as encantadas histórias
de sua mágica rainha.
Ele ouve fascinado as histórias
de sua fantástica rainha.
Elias José (Alice no País da Poesia)

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Autor do mês: Bartolomeu Campos de Queiros

A educadora Talita lê a biografia do escritor para
as crianças na Roda de Leitura.
Voluntário Paulo lê o livro Raul
As crianças lêem poemas de Bartolomeu Campos
de Queiros
Momento da leitura: livros para todos
Humm! Interessante a história.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Voluntários: Parceiros que fazem a diferença

Dani e Guilherme
Emília ganhou as crianças

Todo mundo tirou foto pra Emília levar pro
Sítio do Pica-pau Amarelo

Para ilustrar o mês em homenagem a Monteiro Lobato,
Nada melhor do que a Marquesa de Rabicó!

Hum!! Que beijinho doce!

Emília (Dani) e Paulo
Encontro de Formação de Voluntários: livros,
muitos livros.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Voluntários: Parceiros que fazem a diferença
















Nas realizações das atividades de mediação de leitura contamos com uma valiosa parceria: os Voluntários do Instituto C&A. São jovens que atuam com um carisma único e sabem cativar as crianças tornando-se parte importantíssima nessa relação: Projeto-Parceiros-Público.

Reuniões de Planejamento

Nas reuniões: Clima de alegria e companheirismo

Reuniões de Planejamento e Avaliação:
Agenda, livros e revistas não podem faltar

sexta-feira, 4 de julho de 2008

SABOREANDO PALAVRAS

O leitor Wemerson conta a História no avental
A história é Menina Bonita do Laço de Fita

Saboreando biscoitos, bolos e refrigerante Voluntárias (Diana e Leka), livro, leitura e diversão.

Saborear, segundo o dicionário Aurélio é = dar sabor, comer lentamente com gosto, deleitar-se com, comendo ou bebendo.

Palavras, segundo o dicionário Aurélio é = Fonema ou grupo de fonemas com uma significação; termo, vocábulo. Sua representação gráfica. Manifestação verbal ou escrita, declaração. Faculdade de expressar idéias por meio de sons articulados.

Criamos assim, uma prática de leitura de nome Saboreando Palavras que é um momento literário bem dinâmico e alegre que acontece em nossa Sala de Leitura Felcidade Clandestina todo dia 10 do mês. Saboreando Palavras é recitar poesia. Saboreando Palavras é ler com prazer em voz alta para as outras pessoas. Saboreando Palavras é saborear um doce ou um salgadinho enquanto se aprecia uma dramatização literária. Saborear Palavras é escutar uma história que a contadora ou o contador planejou com carinho para nos emocionar.